
Como você que em dias podia me fazer tão bem, conseguiu me fazer tão mal, e tão de repente?
Eu estava deitada, e havia um nó em minha garganta. Era incrível pois fôlego para respirar não havia, mas havia de sobra para chorar, e isso, era tudo o que eu fazia. Mesmo tentando desviar os pensamentos ou até mesmo limpando as lágrimas elas insistiam em escorrer. Você sendo meu melhor amigo me fez mal; para quem eu iria ligar e dizer o que estava acontecendo?
Era horrível. Eu estava completamente sozinha, sem ter para onde ir, para quem ligar e o que fazer. E aquelas malditas lágrimas não se cansavam, eram muitas. O que eu precisava era esquecer de ti, da sua existência.


